SIMSEA - Agent Based Modelling and Simulation for Conservation and Resource Management in Azorean Seamount

 

DESIGNAÇÃO DO PROJETO

SIMSEA - Agent Based Modelling and Simulation for Conservation and Resource Management in Azorean Seamount

CÓDIGO DO PROJETO

ACORES-01-0145-FEDER-000049

OBJETIVO PRINCIPAL

O projeto pretende criar cenários de conservação e gestão dos ecossistemas marinhos utilizando a tecnologia de simulação e modelação Agent-Based Modelling Systems (ABMS).

Ele comportará: 

1)  Utilização de dados geo-referenciados, agregando informação de diferentes bases de dados, incluindo os dados da plataforma SIG-MAR-AÇORES;

2) Modelação de  cenários de conservação e gestão dos ecossistemas marinhos recorrendo ao ABMS;

3) Validação desses modelos pelos investigadores e stakeholders.

ENTIDADE BENEFICIÁRIA:  Fundação Gaspar Frutuoso, FP

CUSTO TOTAL ELEGÍVEL: 65 251.60€

APOIO FINANCEIRO DA UNIÃO EUROPEIA: 55 463.86€

DESCRIÇÃO

Este projeto é composto por uma equipa multidisciplinar que pretende abordar as questões relacionadas com a gestão e conservação dos recursos nos ecossistemas marinhos, utilizando ferramentas de software baseadas no paradigma de sistemas multi-agente (Agent-based Modelling Simulation – ABMS). Com base nos dados dos montes submarinos, focando-se na área do monte submarino Condor, uma área que tem sido algo de um estudo científico intensivo nos últimos anos, ir-se-ão criar modelos para os ecossistemas marinhos  e para a componente sócio-económica seguindo  o paradigma ABMS, gerando diferentes cenários para a sua gestão e conservação.

RESULTADOS:

SIMSEA  irá contribuir para a criação de uma ferramenta para ajudar o processo de decisão. Os desafios societais relativos à gestão dos recursos exige eficácia e devem obedecer às orientações políticas assumidas pelo País. SIMSEA é uma tentativa de encontrar formas inovadoras de analisar dados e de fornecer novos conhecimentos para a gestão de recursos, envolvendo os stakeholders. Espera-se que os protótipos de software produzidos forneçam pistas para lidar com a delapidação de recursos. A participação dos stakeholders na validação dos modelos criados irá contribuir para produzir novo conhecimento através do diálogo, disponibilizando mais dados sobre como os stakeholders veem os problemas e que soluções estão disponíveis a aceitar.

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